Blog destinado a publicação experiências pedagógicas de um professor de História e de trabalhos realizados pelos seus alunos.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Entenda o Horror Japonês
Leia a reportagem da Rádio J-Hero sobre a visão religiosa dos japoneses e como isso aparece em seus filmes de terror.
Link: Horror Japonês
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Sinopse do filme: O Último Samurai
Click no link do site e será levado para a página da sinopse:
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
O lado obscuro de Tintim nova produção de Steven Spielberg
O lado obscuro de Tintim
O lançamento mundial do filme Aventuras de Tintim, de Steven Spielberg, ressuscita antigos fantasmas do personagem criado por Hergé no final dos anos 1920
Extraído da Revista Aventuras na História.
por Cristine Kist / Ilustração: Glauco Diógenes | 28/11/2011 16h12
Nos 24 livros (um deles incompleto) lançados entre 1930 e 1986, Tintim retratou os conflitos do século 20 em passagens que, tanto hoje como na época, soavam politicamente incorretas. Em 5 décadas, Hergé colecionou processos, críticas, acusações e teve até de pedir desculpas pelas derrapadas de Tintim. As polêmicas continuaram após a morte do autor, em 1986, mas a série seguiu em alta e o filme reacende o interesse pelo personagem que ajudou a construir o retrato de um dos períodos mais turbulentos da história. As aventuras de Tintim começaram a ser publicadas quando Hergé virou editor do suplemento jovem do jornal Le Vingtième Siècle, de Bruxelas, na Bélgica. O quadrinista se baseou nos jornalistas mais famosos da época, enviados para cobrir grandes conflitos internacionais. Tintim trabalha para o próprio Le Petit Vingtième, como era chamado o suplemento, mas é o único jornalista do mundo que não parece preocupado com prazos ou com o envio de material para a redação.
Na sua primeira aparição, em 1929, ele viaja para a recém-fundada União Soviética. Na época com 22 anos, Hergé tinha ficado muito impressionado com um livro escrito pelo cônsul belga sobre as condições de trabalho no regime socialista e, por isso, optou pela URSS como destino. O país é retratado com grande exagero de estereótipos (ainda na 1ª página, Tintim diz ao chefe que enviará "cartões-postais, vodca e caviar", e Milu afirma ter ouvido falar que lá tem "pulgas" e "ratos"). Fica clara a postura anticomunista do autor. Mas, como o próprio Hergé comentou em entrevista a um programa de TV nos anos 1970, "Tintim no País dos Sovietes foi muito bem-recebido porque naquela época quase todo mundo era contra os bolcheviques".
Primeiras turbulências
Se a passagem pela URSS não trouxe grandes problemas, a 2ª viagem foi bem menos tranquila. Pelo menos para Hergé. Quando Tintim foi ao Congo, em 1931, o país africano ainda era uma colônia belga (a independência veio só em 1960) e os quadrinhos reproduziam a visão eurocentrista da época. Na 1ª versão do álbum, os congoleses falavam um francês primitivo e eram extremamente submissos. Em um dos trechos, Tintim substitui um professor em uma escola missionária e começa a aula apontando para um mapa da Europa: "Meus queridos amigos, hoje eu vou falar sobre o seu país: a Bélgica". Nas versões posteriores, o mapa foi substituído por um quadro negro, e a lição sobre a Bélgica por uma de matemática. Quando Hergé frequentava a escola (que ele odiava, por sinal), a suposta "condição inferior" dos negros ainda era ensinada como ciência pelos livros didáticos. Ele mesmo chegou a admitir em mais de uma oportunidade que o álbum retrata a visão ingênua da época.
Tiago Nogueira, editor da Companhia das Letras, que publica a série no Brasil, acha que o problema não é exclusivo desse livro: "Toda a série tem uma visão eurocentrista. É sempre a história do menino loiro desbravador que vai a países diferentes e leva conhecimento aos locais". Em 2007, um cidadão congolês pediu a um tribunal belga que Tintim no Congo fosse retirado do mercado. O processo ainda está correndo, e o resultado deve sair apenas em fevereiro do ano que vem. Mas até a ONG Peta, que defende os direitos dos animais, já se manifestou a favor de um boicote ao livro. Além de supostamente racista, Tintim também se mostra um grande fã de caçadas. Depois de atirar em veados (mata uma dúzia deles e diz que, "em todo caso, carne fresca é o que não vai faltar"), um jacaré e um elefante, mata e esfola um macaco para vestir sua pele. "Nós discutimos muito antes de publicar e, quando publicamos, optamos pela versão que já continha algumas modificações. Mas o fato é que é um clássico e representa a mentalidade de uma época", diz Nogueira.
Quando a Bélgica foi invadida pela Alemanha durante a 2ª Guerra, em 10 de maio de 1940, Hergé decidiu permanecer no país e passou a publicar as tirinhas de Tintim em um jornal que era controlado pelos nazistas. Daí para as acusações de que era simpatizante do regime alemão, foi um pulo. Mas a verdade é que ele próprio não se ajudou. Em A Estrela Misteriosa, álbum publicado justamente durante a ocupação, em 1942, duas personagens com características judaicas se perguntam se poderão dar calote em seus credores quando o fim do mundo é anunciado por um lunático (o trecho foi removido de edições posteriores). O grande vilão de A Estrela Misteriosa tinha um sobrenome judeu: Blumenstein. Hergé alegou que a escolha não tinha sido intencional e chegou a alterar o nome para Bohlwinkel. Infelizmente, só mais tarde alguém lembrou de avisar a Hergé que esse também era um sobrenome judeu. Com o fim da guerra, Hergé chegou a ser investigado pelo governo da Bélgica, mas foi inocentado. Ele ainda recebeu uma espécie de perdão público quando se uniu a um dos heróis da resistência belga, Raymond Leblanc, para a criação de uma revista sobre Tintim.
Simpatia pela China
A publicação de O Lótus Azul, 5º álbum da série, marcou uma virada na carreira de Hergé, como ele mesmo chegou a admitir em entrevistas: "Quando comecei, não tinha muita noção. Era só diversão para mim contar aquelas histórias". O Lótus Azul encerrou uma sequência de álbuns nos quais os países que serviam como cenário das narrativas eram retratados com base em estereótipos (depois dos russos comunistas e dos africanos abestalhados, Tintim ainda visitaria uma América ocupada quase somente por indígenas e mafiosos e uma Índia repleta de marajás). Hergé pareceu ter compreendido a dimensão do seu trabalho e pesquisou a fundo a cultura do país retratado - nesse caso, a China.
Depois de anunciar no final do 4º álbum, Os Cigarros do Faraó, que Tintim continuaria suas aventuras no Oriente, Hergé recebeu uma carta de um abade pedindo que pesquisasse sobre a história da China. Ele concordou, e o abade apresentou-o a Zhang Chongren, estudante chinês que passava uma temporada na Academia de Belas-Artes de Bruxelas. Os dois se entenderam tão bem que Chongren aparece como um dos persongens de O Lótus Azul: ele é Tchang, um garoto órfão que se torna amigo de Tintim depois de ser salvo por ele. Ainda durante a passagem pela China, Tintim visita uma casa de ópio e aparece chapado pela droga, uma versão mais branda da heroína. O álbum foi publicado em 1936, e as casas de ópio só foram fechadas pelo regime comunista de Mao Tsé-Tung, em 1949. Mas nem é preciso ir tão longe. Os detratores de Hergé condenam até a amizade de Tintim com o Capitão Haddock, um dos principais personagens da série. No começo, o capitão estava quase sempre bêbado e seria uma má influência para jovens leitores. O próprio Hergé acabou optando por transformá-lo com o tempo em um personagem de hábitos mais recatados. Até o que não aparece nas aventuras de Tintim causa polêmica.
Existe uma corrente que define Hergé como misógino, já que existe apenas uma personagem feminina que se destaca ao longo de todas as histórias: a espanhola Bianca Castafiore, uma soprano que adora cantar em momentos inapropriados. Hergé morreu em 1983, aos 75 anos. No processo movido na Bélgica pedindo o recolhimento de Tintim no Congo, quem luta a favor da obra é a editora francesa Casterman. No Brasil, a Companhia das Letras também defende a publicação do livro: "Não dá para limpar uma obra que foi escrita quando a mentalidade era diferente da nossa. Se isso fosse levado adiante, teríamos de repensar toda a literatura", diz Nogueira. Se as editoras se mantêm fiéis mesmo às obras mais controversas de Hergé, o mesmo não pode ser dito do próprio autor (e nem mesmo de seus fãs). "Ele não reeditou Tintim no País dos Sovietes por muito tempo porque considerava esse um trabalho inferior", explica Simon Doyle, responsável por um dos maiores sites dedicados a Tintim no mundo todo, o Tintinologist.org. "Talvez o mesmo possa ser feito com Tintim no Congo. Posso compreender a situação das vítimas de racismo e tenho que questionar o valor do livro hoje", afirma Doyle.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
O último samurai Cinema | Omelete
Duas coisas: qualquer fotógrafo mediano consegue extrair belíssimas imagens dos costumes e da cultura do Japão; não é preciso um grande contador de histórias para reviver a naturalmente esplendorosa mitologia dos samurais.
Dito isso, vamos a O último samurai (The last samurai , 2003). Dirigido por Edward Zwick (Lendas da paixão, Coragem sob fogo, Nova York sitiada), o filme tem em Tom Cruise o seu principal alicerce. Produtor e protagonista, o astro surge na tela como lhe melhor convém - em cenas de evidente esforço físico, em closes que valorizam as suas caras e bocas famosas, em planos de câmera lenta que focalizam a cabeleira milimetricamente desalinhada.
Cruise vive o oficial Nathan Algren, hoje garoto-propaganda nas espingardas Winchester, mas célebre por ter encampado com êxito a conquista do Oeste e a limpeza dos selvagens ameríndios. Viciado no álcool e no niilismo, Algren revive, a cada pesadelo, as memórias desses combates. Quando surge a oportunidade de liderar as novas tropas do Japão, ávido pela modernidade, contra os rebeldes tradicionalistas do país, o dinheiro fala mais alto. E de qualquer maneira, Algren não tinha mesmo nada melhor para fazer.
A missão consiste em introduzir os preceitos - e o maquinário bélico - ocidentais numa cultura dominada pelo uso das lâminas e das flechas. Eliminar Katsumoto (Ken Watanabe), líder dos insubordinados, tido como o último dos guerreiros milenares, é a grande chave para a vitória. Mas logo na primeira investida, os despreparados soldados de Algren são dizimados. O norte-americano é aprisionado por Katsumoto. Da vergonha da derrota nasce o seu verdadeiro contato com a integridade samurai.
A missão consiste em introduzir os preceitos - e o maquinário bélico - ocidentais numa cultura dominada pelo uso das lâminas e das flechas. Eliminar Katsumoto (Ken Watanabe), líder dos insubordinados, tido como o último dos guerreiros milenares, é a grande chave para a vitória. Mas logo na primeira investida, os despreparados soldados de Algren são dizimados. O norte-americano é aprisionado por Katsumoto. Da vergonha da derrota nasce o seu verdadeiro contato com a integridade samurai.
Fica fácil perceber, mesmo nessas poucas linhas, como o filme se desenrola, quais são os seus artifícios, qual a sua mensagem, como termina. Afinal, Zwick segue à risca a cartilha dos épicos, da lei dos mais fracos, da redenção do herói desacreditado, da autocrítica ao colonialismo brutal dos EUA. São temas universais, enfim, tratados de maneira consagrada, e ninguém espera grandes reviravoltas em tal contexto.
Na verdade, o diretor e o astro têm o mérito de realizar um trabalho competente, estética e narrativamente - o que já é um grande feito hollywoodiano. Zwick não é Tarantino, muito menos Kurosawa, mas sabe manejar as câmeras durante as batalhas e os duelos de espadas. E Cruise sabe abrir espaço para o verdadeiro herói da história, Katsumoto. Aliás, deve-se ao núcleo nipônico do elenco o sustento do filme durante os seus justos 150 minutos. Ademais, vale a máxima explícita lá em cima: seria incrível, inacreditável mesmo, se alguém conseguisse errar a mão num tema como esse.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Larry Crowne e a crise americana
Um aparente filme singelo de comédia romântica capitaniado pelos ícones americanos Julia Roberts e Tom Hanks me surpreendeu bastante. Uma esposa cansada do marido viciado em internet e um sujeito que mantém um emprego por anos sem preocupação em ampliar seus estudos formais, ou seja, frequentar uma faculdade, são unidos por situações de crise.
Um dos primeiros filmes que vejo tentando lidar com a atual decadência do Império Americanos. Larry Crowne (Tom Hanks), despedido da loja de dapartamento em que trabalhava a anos, sem nenhum tipo de ascensão na carreira, se depara com uma nova realidade. "É preciso se qualificar", como diriam os empresários capitalistas exploradores de plantão.
É por esse motivo que Crowne, vai acabar "caindo" na aula de oratória ministrada pela professora Mercedes Tainot, papel de Julia Roberts. Como toda boa comédia romântica, os dois se envolvem por meio de situações ao acaso, mas o que vale observar no filme é exatamente o elemento da crise sempre presente, parece que não há mais como escodê-la. O jeito é trocar o carrão Toyota pela Lambreta, como faz Larry gerando as situações mais engraçadas do filme.
Um dos primeiros filmes que vejo tentando lidar com a atual decadência do Império Americanos. Larry Crowne (Tom Hanks), despedido da loja de dapartamento em que trabalhava a anos, sem nenhum tipo de ascensão na carreira, se depara com uma nova realidade. "É preciso se qualificar", como diriam os empresários capitalistas exploradores de plantão.
É por esse motivo que Crowne, vai acabar "caindo" na aula de oratória ministrada pela professora Mercedes Tainot, papel de Julia Roberts. Como toda boa comédia romântica, os dois se envolvem por meio de situações ao acaso, mas o que vale observar no filme é exatamente o elemento da crise sempre presente, parece que não há mais como escodê-la. O jeito é trocar o carrão Toyota pela Lambreta, como faz Larry gerando as situações mais engraçadas do filme.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Contra o Tempo (2011) Trailer Oficial Legendado.
Colter é um soldado que faz parte de um programa experimental do governo para investigar um atentado terrorista. Um dia ele acorda num corpo desconhecido, é forçado a viver e reviver uma angustiante explosão de trem até que consiga encontrar o responsável pelo atentado.
sábado, 3 de setembro de 2011
The Double (2011) Movie Trailer HD
Desde a Guerra Fria, vilões russos são muito comuns no cinema de Hollywood. O filme “The Double” (“O Duplo”, em tradução literal) usa o costume em seu favor.
Na produção, Richard Gere (“Sempre ao Seu Lado”) interpreta um agente da CIA que passou boa parte de sua carreira perseguindo um matador russo. Ele diz que o vilão foi morto, mas parece que ele voltou a assassinar pessoas – seu último alvo foi um senador americano.
Ele terá de provar que seu inimigo está morto de fato e, para isso, terá a ajuda de um jovem agente do FBI interpretado por Topher Grace (“Predadores”). Na verdade, o agente do FBI e o assassino russo são a mesma pessoa.
É nesse jogo de dupla personalidade, assassinatos violentos e intrigas que se desenvolve o enredo de “The Double”. O filme deve estrear no Brasil em 21 de outubro.
Retirado do site "UOL Cinema"
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
História 3D
Os sistemas estereoscópicos existem desde o século 19 e o primeiro filme 3D, "The Power of Love" (o poder do amor), foi exibido em 1922.
Mas foi somente na década de 1950 que o cinema 3D alcançou um relativo sucesso, com títulos como "Bwana Devil" (demônio Bwana), "Man in the Dark" (homem no escuro), "A Casa de Cera", "Dá-me um Beijo", "Veio do Espaço" e "Caminhos Ásperos".
Com isso, a moda chegou também a revistas, gibis e fotografia, com várias fabricantes lançando câmeras amadoras 3D.
Problemas como o alto custo e a fadiga visual causaram uma queda na produção de filmes 3D nas décadas seguintes, que tiveram os lançamentos concentrados em títulos de terror e sexploitation (como pornochanchadas) --"The Stewardesses" (as aeromoças), de 1969, tornou-se o filme 3D mais lucrativo já exibido.
Na década de 1980 houve uma nova onda 3D, com filmes como "Sexta-feira 13 Parte 3", "Spacehunter - Aventuras Na Zona Proibida" e "Tubarão 3D", além da emersão de produções da Imax.
Finalmente, houve uma invasão do 3D nas salas de cinema nos últimos anos, fenômeno que já teve títulos como "Fantasmas do Abismo", "Pequenos Espiões 3D", "As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl", "O Expresso Polar", "O Galinho Chicken Little", "Viagem ao Centro da Terra" e, claro "Avatar".
Desde os anos 1950, um dos sistemas de exibição 3D mais comuns nas salas de cinema é o de óculos polarizados, mas as tecnologias utilizadas hoje são diversas --"Avatar", por exemplo, foi exibido em Dolby 3D, Imax 3D, MasterImage 3D, RealD Cinema e XpanD 3D--, e há muitas variações do mesmo sistema, cada uma com seus prós e contras.
Quando o assunto é entretenimento doméstico, o futuro parece um pouco mais definido a favor dos óculos com active shutter, adotados por boa parte das fabricantes de televisores, monitores, projetores e laptops, mas há também produtos que usam óculos com polarizadores.
Para piorar, não há um padrão definido para cada tecnologia --óculos de uma TV não costumam funcionar com aparelhos de outra marca, por exemplo.
Matéria publicada originalmente do Caderno de tecnologia da Folha de São Paulo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Angelina Jolie em mais um filme histórico.
Depois de interpretar a mãe de Alexandre, o Grande, Angelina Jolie entra em outro projeto audacioso. Cleopatra: A Life' será baseado no livro de mesmo nome que mostra Cleópatra como uma líder nata, uma mulher de muito poder
O produtor Scott Rudin comprou os direitos de adaptação já pensando em Jolie como a personagem. Brian Helgeland (Coração de Cavaleiro) roteiriza. Claudette Colbert, Vivien Leigh e Elizabeth Taylor também interpretaram a rainha do Egito nas telonas. A Sony pretende começar as filmagens no final de 2011. Recentemente, Angelina finalizou seu primeiro filme como diretora. O drama acompanha um homem e uma mulher de etnias diferentes que se apaixonam durante a guerra. O filme da atriz apresenta uma mulher muçulmana que vive uma história de amor com um sérvio que a teria violentado. A estreia do longa está marcada para 2011.
Publicado no site Cine Pop.
Publicado no site Cine Pop.
Angelina em Alexandre
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
As viagens de Gulliver
Em 1726, com o objetivo de fazer uma crítica satírica à sociedade na qual vivia, o irlândes Jonathan Swift publica o livro As viagens de Gulliver. Adaptado em filme por Hollywood, em versão 3D, o livro mostra várias sociedades útopicas que revelam um pouco da corrupção de costumes da Europa da época. No mês de fevereiro de 2011, a revista Aventuras na História publica uma matéria sobre o livro e sua repercussão na época. Vale a pena baixar, imprimir e ler:
Acesse o link:

Aqui vai o trailer do filme, que contém alguns elementos da história, mas é apenas mais um filme 3D sem conteúdo.
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Aqui vai o trailer do filme, que contém alguns elementos da história, mas é apenas mais um filme 3D sem conteúdo.
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domingo, 14 de março de 2010
O rei Arthur
1. O trecho abaixo dá uma idéia de como eram as alianças feitas por Roma e como os povos ditos bárbaros eram inseridos nele. Essas alianças mostram-se bem circunstanciais.
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